Um desafio gamificado e gratuito de 7 dias que ensina o jovem a vender serviço de IA pro comércio local e tirar o primeiro Pix — e usa esse resultado pra ativar a Agência no Bolso como a ferramenta recorrente que ele assina pra entregar o serviço. Modelo B2B2C: o desafio é o canal de aquisição; a AnB é o ativo de receita.
Copiamos a engenharia que funciona no PixRápido/Criart e trocamos a ferramenta deles pela nossa: a Agência no Bolso. Validamos primeiro com 12 ex-alunos da Master Point no laboratório da casa, gravando os bastidores como prova social. Começamos em Castelo do Piauí e região (conectando às trilhas do Yan) e escalamos pro Brasil. Investimento financeiro ~zero — o custo é tempo, capital intelectual e a gravação das aulas. No cenário-base, ~1.000 inscritos/mês constroem uma base recorrente que estabiliza num MRR de ~R$28 mil e lucro mensal de ~R$22 mil — com premissas explícitas, não promessa.
O Primeiro Pix é um desafio gratuito e gamificado de 7 dias. O participante começa do zero e termina a semana tendo prestado um micro-serviço real de IA pra um comércio local — e recebido o primeiro Pix por isso.
Uma jornada diária travada em sequência (cada dia destrava o próximo), com vídeo-aula curta, missão prática e prova social numa comunidade. No fim dos 7 dias, o participante não levou só "aula" — levou um resultado tangível: dinheiro na conta.
"Seu primeiro Pix com IA em 7 dias, mesmo começando do zero." A âncora é o Pix: resultado tangível e rápido (dinheiro na conta), não "conhecimento". O foco em serviço pra comércio local encurta o caminho até o primeiro Pix real — comércio local paga rápido.
A entrada é por e-mail apenas (atrito zero, maximiza cadastro, igual ao modelo de referência). Mas no meio do funil há uma captura de telefone deliberada: pra liberar um bônus ou desbloquear um resultado (ex.: o mural de Pix, o "Kit do Prestador" ou a aula bônus), o participante informa o WhatsApp. Assim entramos no celular dele pra acompanhamento, accountability e remarketing depois do desafio — sem afastar quem chega.
O desafio não é o produto. O desafio é o canal de aquisição. O ativo de receita é a Agência no Bolso — a ferramenta que o jovem precisa assinar pra conseguir entregar o serviço. Quem aprende a prestar serviço de IA no desafio vira assinante da AnB e, no futuro, micro-agência (lead B2B da casa).
Fizemos engenharia reversa do pixrapido.iairon.ai — inclusive por dentro, percorrendo o funil real com conta de teste. O que descobrimos muda a leitura: eles não vendem curso nem comunidade. Vendem uma ferramenta recorrente, e usam o desafio grátis só como funil de ativação dela.
A entrada é 100% grátis, sem cartão, sem confirmação de e-mail, sem telefone. Atrito zero pra maximizar cadastro. Não há tripwire de R$27 (isso era de um funil-irmão). O dinheiro está num lugar só:
| Etapa | O que é | Preço | Função |
|---|---|---|---|
| Isca | Desafio "Primeiro Pix" — 7 aulas + missões | R$0 | Captura lead e entrega micro-resultado |
| Backend | Assinatura da ferramenta SaaS Criart (geração de criativos por IA) | R$197/mês | Carrega 100% do faturamento (recorrência pura) |
Plano Creator: R$197/mês = 100 créditos (100 artes). "Pix Rápido by Criart" no topo de toda tela — a Criart é a marca/ativo real; o funil é só ativação.
Esse é o insight mais forte. A partir do Dia 2, a missão só é executável dentro da ferramenta paga: "Acesse o Criart e crie 3 exemplos…". Os 8 serviços vendáveis que eles ensinam (thumbnails, artes pra redes, criativos de anúncio, fotos de produto, carrossel, mascote 3D etc.) são todos produzidos dentro da Criart. As aulas continuam grátis pra sempre — barato de manter; a IA, que é o que faz a missão acontecer, é o que vira pago. O grátis te ensina a depender do pago.
Ferramenta > curso como motor de LTV nesse público. O desafio gamificado converte porque cria dependência da ferramenta, não porque "ensina". A pergunta deixa de ser "que curso vender?" e vira "qual ferramenta recorrente é o nosso backend?". Pra nós, a resposta já existe: a Agência no Bolso.
Copiamos a engenharia que funciona (isca grátis → micro-resultado → ferramenta recorrente) e trocamos a Criart pela Agência no Bolso: os 8 agentes de IA da casa que geram arte, legenda, roteiro e criativo. O jovem aprende a vender o serviço no desafio e assina a AnB pra conseguir entregar. E vamos fazer melhor que eles — entregável garantido no fim, comunidade ativa como motor de retenção, e autoridade humana (Salatiel + Joel) no lugar de uma marca genérica de LTDA.
Landing com a promessa "seu primeiro Pix com IA em 7 dias". Captura por e-mail → entra na comunidade. Sem fricção, igual ao modelo de referência.
Pra liberar um bônus / desbloquear resultado, o participante informa o WhatsApp. Entramos no celular dele pra accountability e remarketing pós-desafio.
Escolher serviço → montar exemplos → precificar → propor → prospectar comércio local → contornar objeção → fechar. Missões travadas, comunidade pra prova social e accountability.
O participante presta o micro-serviço e recebe. Mural de "primeiros Pix" na comunidade — prova social que vira o melhor criativo de anúncio que existe, gerado de graça pelos próprios alunos.
Pra entregar o serviço em escala — gerar as artes, legendas e roteiros — ele precisa dos agentes da AnB. A assinatura mensal é o backend recorrente. Aqui mora o LTV.
No modelo deles, a ferramenta (Criart) é de outra empresa. No nosso, a ferramenta é nossa — a Agência no Bolso, com os 8 agentes de IA. Isso é uma vantagem estrutural: a margem da assinatura fica em casa, e o desafio vira o topo de funil que abastece a AnB.
Pra a AnB ser a ferramenta de quem presta serviço pra terceiros, ela precisa de um MODO PRESTADOR / AGÊNCIA multi-cliente: o assinante gerencia várias marcas/clientes dentro de uma conta só. Hoje a AnB é mono-marca — serve uma marca por conta. Esse ajuste é estratégico: sem ele, o jovem que pega 3, 5, 10 clientes no comércio local não consegue organizar o trabalho na ferramenta, e o backend trava na hora de crescer. Atenção do Salatiel: é item prioritário de roadmap de produto — não bloqueia rodar o primeiro ciclo do desafio, mas precisa estar pronto antes de escalar tráfego.
O jovem que vira prestador de serviço de IA é lead futuro da casa inteira: hoje assina a AnB pra entregar; amanhã vira micro-agência e cliente B2B (Digital Master / MAIA). O desafio B2C alimenta o topo do funil B2B. E a AnB ainda casa de público com o desafio: ambos miram o comércio local.
Antes de gastar um real em tráfego, validamos o modelo com um primeiro ciclo controlado: 12 pessoas escolhidas a dedo, trazidas pro "laboratório" da casa e acompanhadas de perto nos 7 dias. É barato, é rápido e gera a prova social mais contundente que existe — gente real tirando o primeiro Pix, gravado por dentro.
Cada um dos 12 é acompanhado individualmente na execução das missões — grupo dedicado, suporte direto, ninguém fica pra trás. O objetivo é levar o máximo deles ao primeiro Pix real.
Gravamos a construção do desafio e o acompanhamento dos 12 — os "antes e depois", o primeiro Pix de cada um, a reação. Isso vira conteúdo de validação e marketing (estratégia de bastidor: as pessoas confiam no processo que veem nascer).
Prints de Pix, depoimentos, vídeos curtos. E o aprendizado: onde travou, qual missão confundiu, qual aula precisa de corte. O ciclo de 12 valida o produto antes de abrir o tráfego.
Dois ganhos num só movimento: (1) validação real do modelo (o funil funciona? as pessoas chegam ao Pix?) e (2) acervo de prova social contundente pra alimentar todo o tráfego futuro — depoimento de gente de verdade da casa, não ator. Publicar os bastidores da construção + do acompanhamento dos 12 é, em si, a melhor campanha de lançamento que existe.
O diferencial frente aos funis genéricos de LTDA é gente de verdade na frente. Vamos com os dois rostos — Joel e Salatiel — numa coreografia em que o mais conhecido apresenta o especialista.
Por ter o rosto mais reconhecido, o Joel aparece primeiro e promove o Salatiel antes dele entrar. Faz a ponte de confiança: "deixa eu te apresentar quem entende disso de verdade". Quem já conhece o Joel entra pelo desafio pela credibilidade dele.
Entra como a autoridade em IA — rosto e voz das 7 aulas, dono do método. A marca pessoal do Salatiel é o que dá lastro ao "primeiro Pix com IA" e diferencia de qualquer funil de empresa sem rosto.
Sequência: Joel abre (reconhecimento + confiança) → Joel promove o Salatiel (transferência de autoridade) → Salatiel conduz o método (entrega técnica + as 7 aulas). Os dois na frente do projeto, com papéis complementares: um traz o público, o outro entrega o conteúdo.
Não começamos atirando pro Brasil inteiro. Começamos onde temos chão, rede e operação física — Castelo do Piauí e região — provamos o modelo, e só então escalamos nacional.
Praça onde a casa tem presença e o Yan tem operação. Comércio local concreto pros alunos prestarem serviço de verdade, e rede de boca a boca pra trazer os primeiros inscritos sem depender só de tráfego. O primeiro Pix acontece com comércio que a gente conhece.
O Yan vende as trilhas — cursos básicos de informática + profissionalizantes. O Primeiro Pix vira o degrau seguinte dessa esteira: quem fez informática básica com o Yan tem o caminho natural pra "agora ganhe dinheiro com IA prestando serviço". A trilha alimenta o desafio; o desafio alimenta a AnB. Esteira completa do básico ao recorrente.
Com o modelo validado na região (funil, conversão, prova social dos 12 + dos primeiros ciclos locais), abre-se o tráfego nacional. O comércio local existe em qualquer cidade do Brasil — o método é replicável; só muda a escala do tráfego.
Referência tirada do PixRápido/Criart e adaptada pro nosso público B2C jovem/sem renda. A isca é 100% grátis (7 dias); a recorrência da AnB é o motor; e há produtos pontuais pra cobrir tráfego e capturar high-ticket.
| Nível | Produto | Preço | Papel |
|---|---|---|---|
| Isca | Desafio 7 dias "Primeiro Pix" | R$0 | Captura (e-mail + telefone no meio) · entrega micro-resultado |
| Order bump | "Kit do Prestador" (100+ prompts + templates de proposta + scripts) | R$97 | Cobre tráfego · qualifica comprador |
| Backend · Plano 1 | Assinatura AnB — entrada | R$27/mês | Porta de entrada acessível pro jovem do desafio |
| Backend · Plano 2 | Assinatura AnB — intermediário | R$67/mês | Plano-âncora ("mais popular") · core do MRR |
| Backend · Plano 3 | Assinatura AnB — prestador/agência | R$197/mês | Multi-cliente · quem já vive disso (exige modo prestador) |
| High-ticket | Mentoria "Vire prestador IA profissional" | R$997 a R$1,5k | Margem alta · poucos alunos · acelerador |
Os 3 planos de assinatura espelham a lógica do PixRápido (que cobra R$197/mês num plano só), mas escalonam pro nosso público: entrada acessível pro iniciante, plano-âncora no meio, e o plano de R$197 pra quem virou prestador de verdade com vários clientes. O preço exato de cada faixa é decisão dos sócios (seção 11).
Os números do funil e uma projeção realista de faturamento, lucro e caixa — em três cenários. Premissa central: investimento financeiro mínimo (idealmente ~zero). O que se investe aqui é tempo, capital intelectual e a gravação das aulas; a infra já existe (a AnB já está construída, deploy é da casa).
Cadastros no desafio (e-mail). Volume bruto de entrada.
Quantos completam o Dia 1. Mede se o onboarding engaja.
Captura de telefone no meio do funil — base de remarketing.
Quantos terminam o desafio inteiro. Sinal de produto bom.
Quantos tiram o primeiro Pix real. O resultado-prova.
Quantos viram assinante pago. O número que paga a conta.
% que cancela por mês. Define o LTV e a sustentabilidade.
Receita recorrente mensal e valor por cliente ao longo da vida.
São estimativas com premissas explícitas, não promessas. Os valores acima são de regime estável (base = novos/mês ÷ churn) — a base não enche de um dia pro outro: com churn de 12% leva ~6 a 9 meses pra estabilizar. Nos primeiros meses o MRR é uma fração disso (vai subindo conforme a base acumula). O que muda tudo é a conversão inscrito→assinante e o churn — por isso o MVP dos 12 e o primeiro ciclo local existem: pra medir esses dois números antes de apostar caixa em tráfego. O recado central pros sócios é estrutural, não o valor exato: com investimento financeiro próximo de zero, um desafio grátis bem-feito constrói uma base de assinatura recorrente — e recorrência é o que escala. O custo real é tempo, cabeça e a gravação das aulas.
O que montar, quem faz o quê e em que sequência. As fases são incrementais: dá pra lançar um MVP manual e automatizar depois. Não precisa estar tudo pronto pra rodar o primeiro ciclo.
Coordena a esteira, delega cada bloco em background, mantém os sócios atualizados e traz só decisões reais pra aprovação.
Copy da landing, roteiro das 7 aulas, scripts de WhatsApp, pitch do Dia 7, persona do jovem B2C e criativos de anúncio.
Landing + página de obrigado, gamificação, sequência diária automatizada, captura de telefone, checkout e o modo prestador na AnB.
Campanha Meta, criativos de prova de Pix / "do zero" / "sem aparecer", calibragem de público e custo por lead.
Identidade do desafio, cards de prova de Pix, mural, artes da comunidade e criativos visuais dos anúncios.
Joel abre e promove; Salatiel conduz o método e é rosto/voz das 7 aulas curtas.
Travar as decisões em aberto (seção 11) — preço dos planos, nível da promessa, nicho e prioridade do modo prestador. Sem isso a copy e o produto não fecham.
Promessa de renda é área sensível. Usar linguagem de método / passo a passo, não "garantia de valor" (a Meta restringe promessa de ganho). Entregar resultado real no grátis e ser transparente que existe oferta paga — o custo reputacional de um funil agressivo demais é maior pra nós do que pra uma LTDA genérica. Saturação: "ganhar dinheiro com IA" está lotado; o diferencial não é a promessa (todos prometem Pix) — é a execução, a comunidade, a autoridade de Joel + Salatiel e o nicho local. Custo de suporte: comunidade ativa exige moderação; subestimar isso mata a retenção.
Minha leitura como orquestradora, juntando tudo: o modelo é sólido, o ativo (AnB) já existe, e o risco financeiro é baixo. A recomendação é ir — mas validar antes de escalar.
O maior erro possível aqui é abrir tráfego antes de saber a conversão inscrito→assinante e o churn. Esses dois números definem se o projeto fatura ou queima caixa. Por isso: primeiro os 12 no laboratório (custo ~zero, prova social máxima), depois ciclos locais orgânicos na região com as trilhas do Yan, e só então tráfego pago com criativos já validados pela prova de Pix real.
Travar as decisões da seção 11, gravar as 7 aulas (Joel abre, Salatiel conduz), convidar os 12 ex-alunos, rodar o ciclo de laboratório e gravar os bastidores. Mede a conversão pela primeira vez.
Abrir o desafio na região via trilhas do Yan + boca a boca + bastidores. Investimento ~zero. Valida o cenário conservador e calibra os KPIs com volume um pouco maior.
Com conversão e churn conhecidos, entra o tráfego pago leve (Josiel) e o Paulo entrega o modo prestador da AnB. Mira o cenário-base.
Criativos validados + funil automatizado + modo prestador pronto. Escala o tráfego pro Brasil mirando o cenário otimista, abrindo a trilha de high-ticket pros melhores.
Modelo validado pelo concorrente, ferramenta já é nossa, risco financeiro baixo, prova social barata via os 12 e via a região. Recomendo ir — começando pequeno em Castelo do Piauí, medindo conversão e churn, e escalando só com os números na mão.
Estas travam decisão, não execução. Cada uma muda a matemática da esteira ou o posicionamento. Recomendações marcadas, mas a chamada é dos sócios.
O PixRápido cobra R$197/mês num plano só. Propusemos R$27 / R$67 / R$197 escalonado pro nosso público B2C. Pro jovem/sem renda, recorrência acessível tende a ganhar de ticket alto.
Recomendação: manter a faixa de entrada acessível (R$27–67) como porta, R$67 como plano-âncora, e R$197 só pro prestador com vários clientes. Define toda a matemática do funil.
Garantido converte mais, mas tem risco reputacional e de plataforma (Meta). Método é honesto e sustentável.
Recomendação: método — porque a marca é o Salatiel pessoa, e o dano de um funil agressivo demais recai sobre a autoridade dele.
Local paga rápido (encurta o caminho ao primeiro Pix), conecta com o público da própria AnB e com a base regional de Castelo do Piauí. Amplo aumenta alcance mas dilui a mensagem.
Recomendação: focar no comércio local — casa com a AnB, com a geografia e acelera o resultado real.
Pra o jovem prestar pra vários clientes, a AnB precisa do modo prestador/agência. É roadmap, não bloqueia o MVP do desafio — mas define investimento técnico do Paulo e o teto de escala.
Recomendação: priorizar pra Fase 3, antes de escalar tráfego nacional. Sem isso, o backend trava na hora de crescer.
O MVP depende de escolher os 12 (perfil misto, gente que confia na casa) e travar a janela pra rodar com acompanhamento de perto e gravação de bastidores.
A definir: Raquel/Yan ajudam a selecionar da base da Master Point; Salatiel/Joel validam a data de gravação das aulas.